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Mostrando postagens de Julho, 2015

Já! Mas ainda não

Não há um crente , um salvo, um realmente nascido de novo  que não tenha experimentado já um grande desânimo ao enfrentar o pecado em sua própria vida. A história da Igreja está cheia de exemplos de homens de Deus que lutaram a vida toda contra o pecado e que nunca foram completamente livres do pecado e sua influência maligna na nossa vida. Existem inúmeros diários,  agendas e livros deixados por grande homens e mulheres de Deus relatando estas terríveis experiências de luta interior contra a tentação do mal.
Logo ao aceitarmos a Cristo, recebermos o batismo e entrarmos para o corpo de Jesus , a Igreja, a sensação é tão boa e profunda que nos parece que tudo iria melhorar gradativamente em nossa vida até atingirmos uma maturidade excelente como filhos de Deus que nos manteria quase completamente longe das tentações e das inclinações da carne. Nada mais ingênuo do que pensar assim Veja o que o Apóstolo Paulo escreveu:
Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está co…

Os fazedores de pontes, os fazedores de cercas e os construtores guias

Jesus deu à sua Igreja três tipos de obreiros. Eles lidam com ovelhas.

Os fazedores de pontes Os fazedores de cercas  Os construtores guias
Os que fazem pontes são os evangelistas e missionários - eles trazem as pessoas para dentro da Igreja, eles fazem a ligação entre o perdido e Cristo. Eles ligam quem está no mundo com a igreja, que não está no mundo. Eles trazem a ovelha para dentro do curral, o aprisco seguro. Eles anunciam Jesus.
Os que fazem cerca são os ensinadores e aconselhadores e profetas - eles limitam o rebanho para que não se perca, eles fazem cercas para que o que está fora do aprisco e poderia machucar as ovelhas não entre. Eles doutrinam as ovelhas para que não ultrapassem o que está escrito. Eles impedem que a ovelha incauta saia e se exponha ao perigo das seitas e heresias.Eles ensinam sobre Jesus.
Os construtores guias são pastores - eles lideram o rebanho, os fazedores de cerca e os fazedores de ponte. Eles curam a ovelha ferida e desgarrada, eles alimentam o rebanho e…

A Cesta básica do Evangelho- o que é preciso crer

Sabem  o que é cesta básica?
Cesta básica é o nome dado a um conjunto formado por produtos utilizados por uma família durante um mês. Este conjunto, em geral, possui gêneros alimentícios, produtos de higiene pessoal e limpeza. Assim também temos nossa "cesta básica" evangélica. O conjunto de doutrinas mínimo para que alguém possa dizer-se seguidor de Jesus.
O que precisamos acreditar para termos o direito de sermos chamados evangelho. O que seria inegociável em termos de fé no Evangelho. São algumas crenças que nos tornam  realmente seguidores de Cristo.
A autoridade superior da Bíblia, exclusiva e única Regra de Fé. A Divindade de Cristo. A Salvação pela fé e graça. A morte na Cruz e Ressurreição de Cristo. O Retorno de Cristo para buscar sua Igreja. É necessário arrependimento e novo nascimento para salvação.


Esta seria a Cesta Básica da nossa fé evangélica.

Pentecostalismo - O Batismo no Espírito Santo

Há muita confusão hoje no meio pentecostal sobre o que seria realmente o batismo no Espírito Santo. Chega a ser relativamente comum vemos pessoas que se dizem batizadas com o Espírito Santo, mas que parece não demonstrar isso na prática, não vemos os frutos do Espírito na vida da pessoa. Neste caso seria bom que entendêssemos  o que realmente significa ser batizado com o Espírito Santo.


O Pentecostalismo  O pentecostalismo é um movimento cristão, iniciado por William Joseph Seymour, um pastor neto de escravos libertos,   nascido em Centerville , Louisiana em 2 de Maio de 1870. Seymor liderou o movimento  que ocorreu em 1906, em Los Angeles (EUA), na Rua Azusa, caracterizado pelo batismo com o Espírito Santo, evidenciado pelos dons do Espírito: línguas estranhas, curas, profecias, interpretação de línguas, entre outros sinais e prodígios. Algum tempo depois, vários grupos semelhantes foram formados em muitos lugares dos USA, mas com o rápido crescimento do movimento, o nível de organizaçã…

A legitimidade do pastor - O despenseiro de Cristo

Ao lado do evangelista, do apóstolo e do profeta (Ef 4.12), o trabalho do pastor é chave para o estabelecimento de uma Igreja sadia, obediente e reprodutiva dentro da sociedade brasileira. Como já dizia John Stott, sem o pastor, todo trabalho de evangelismo e estabelecimento de novas igrejas vai durar apenas uma geração. Deus tem confiado uma grande responsabilidade ao pastor: o fortalecimento do rebanho e a edificação do corpo de Cristo, em amor, para cumprir com Seus propósitos. Mas quais as qualificações exigidas para um pastor de igreja? O que garante legitimidade e autoridade ao seu pastorado? Se tratando de uma igreja evangélica,  o que garante a autoridade pastoral e a submissão da congregação   são os parâmetros bíblicos que o líder deve cumprir.  Se cumprir estes requisitos básicos o líder pode ser considerado legítimo. A Bíblia usa diversas palavras para traduzir o líder espiritual da Igreja local, chama bispos, anciãos ou pastores.  Os dois parâmetros usados são : Ser  irrepreensí…

História do Cristianismo – Puritanismo

O movimento  puritano surgiu como uma consequência da implantação do protestantismo em Inglaterra, após a ruptura com a Igreja Católica causada pelo divórcio de Henrique VIII com Catarina de Aragão, em 1532.  Em 1534 foi promulgado o Ato de Supremacia, tornando o rei “cabeça supremo da Igreja da Inglaterra.” Em 1555, intensificou a perseguição aos protestantes. Trezentos deles foram martirizados, entre eles, o arcebispo de Cantuária, Thomas Cranmer (canonizado pela Igreja Anglicana), e os bispos Latimer e Ridley. Oitocentos protestantes fugiram para o continente, para cidades como Genebra e Frankfurt, onde absorveram os princípios doutrinários dos reformadores continentais. Isabel I ascendeu ao trono aos 25 anos em 1558, estabeleceu o “Acordo Elisabetano,” que era insuficientemente reformado para satisfazer àqueles que logo seriam conhecidos como “puritanos.”

Em seguida, promulgou o Ato de Uniformidade (1559), que autorizou o Livro de Oração Comum e restaurou o Ato de Supremacia. Em 156…