Blog sobre Teologia contemporânea. Devocionais, artigos e Estudos Bíblicos indutivos

domingo, 28 de agosto de 2016

Os Pais capadócios



A região da Capadócia (também conhecida como Província da Capadócia) era localizada na área centro-oriental da Anatólia na moderna Turquia. Era um dos domínios romanos da região da Ásia Menor.
Os Pais Capadócios foram três notáveis teólogos que viveram nesta região entre os concílios de Niceia (325) e o de Constantinopla (381). Sendo que suas contribuições para o Concilio constantinopolitano foram especialmente  relevantes. São eles  Basílio, Gregório de Nazianzo e Gregório de Nissa  e ficaram  conhecidos como os  Padres Capadócios.

Os três foram grandes amigos do assim chamado “Campeão da Ortodoxia” Atanásio, ou Atanásio de Alexandria , e criaram fórmulas para desenvolver a doutrina da Trindade de forma a ser aceita pela maioria dos teólogos da época.
Basílio de Cesaréia e Gregório de Nissa eram irmãos, sendo que Basílio, que era seis anos mais velho, foi quem ensinou os princípios elementares da fé a seu irmão mais novo Gregório.
Gregório de Nazianzo foi amigo íntimo dos dois, compartilhando com estes a firmeza inabalável da fé e o amor pela doutrina correta.
Vamos a uma breve biografia de cada um.



Basílio de Cesareia
Também chamado de Basílio Magno ou Basílio, o Grande, ele foi o bispo de Cesareia, na Capadócia e um dos mais influentes teólogos a apoiar o Credo de Niceia. Basílio nasceu cerca de 330, de pais nobres, ricos e crentes sinceros. Seu avô foi um dos mártires que morreu na perseguição romana. A Deus foi servido trazê-lo de uma linhagem de família justa e piedosa.
Foi adversário das heresias que surgiram nos primeiros anos do cristianismo como religião oficial do Império Romano, lutando principalmente contra o arianismo e os seguidores de Apolinário de Laodiceia. Basílio Magno, foi talvez o maior defensor da divindade do Espírito Santo. Ele lutou ferrenhamente contras as heresias dos pneumatomaquianos (adversários do Espírito Santo), também chamados de macedônios , que ensinavam  que o Espírito pertencia a uma categoria não divina , criada por Deus e, por isso distinta e separada Dele.

Mais do que sua grande obra como teólogo, Basílio ficou conhecido por seu cuidado com os pobres e necessitados. Ele estabeleceu padrões para a vida monástica com foco na comunidade, na oração e no trabalho manual. Juntamente com Pacômio, é lembrando como pai do monasticismo comunal no cristianismo oriental.
Ele também foi reconhecido por sua oratória maravilhosa, seus admiráveis escritos e suas inúmeras obras de assistência, que fez em favor do povo, ele  foi chamado “Basílio Magno”, essa alcunha foi dada não pelos historiadores, nem por seus amigos, mas pelos pobres e desfavorecidos que ele ajudou. Era amado tanto por cristãos, judeus  como pagãos.
Muito culto e profundo conhecedor de teologia, filosofia e literatura, seus sermões são repletos de citações da Sagrada Escritura. Escreveu seus textos de maneira agradável, clara, profunda e convincente, dentre os quais, cerca de quatrocentas cartas de rara beleza e encanto poético.
Basílio trabalhou ativamente para reformar ladrões e prostitutas. Ele também encorajou o clero a não ser tentado pelas riquezas . Basílio também teve a coragem de criticar funcionários públicos que injustiçavam o povo e pregava todas as manhãs e tardes em sua própria igreja para grandes congregações de fiéis. Ele construiu um grande complexo nas redondezas de Cesareia, chamado de Basilíada, que incluía um abrigo para os pobres, um hospício e um hospital.
 Morreu em 1º de janeiro de 379, com apenas quarenta e nove anos.



Gregório de Nazianzo
Foi  amigo e colega de Basílio  e era filho de um bispo. Foi destacado orador e poeta. Recebeu uma primorosa educação familiar e completou seus estudos nas mais notáveis escolas de sua época: Ficou conhecido na história como “o teólogo”. Ele foi patriarca de Constantinopla por breve tempo e presidiu o Concilio de Constantinopla (381). É dele o famoso dito ou principio cristológico e soteriológico de que “aquilo que não é assumido não é curado” . Como Basílio, ele também refutou o ariano extremado Eunômio, que afirmava que o Filho é inteiramente diferente do Pai .
Sua grande contribuição ã doutrina trinitária foi a ênfase no relacionamento interno entre as três pessoas divinas. Argumentou que as únicas distinções que podem ser estabelecidas entre as três pessoas da Trindade são aquelas referentes à origem de cada uma: o Pai é não-gerado, o Filho é gerado e o Espírito Santo é “procedente”. Dai falar-se na “processão” do Espírito. Originário da Capadócia, São Gregório foi ilustre teólogo, orador e defensor da fé cristã no século IV. Tornou-se célebre pela precisão de sua doutrina, pela qual defendeu a fé trinitária em meio às confusões causadas por diversas heresias. Devido a seu talento para se expressar, chegou também a ser admirado pelos pagãos, que o saudavam por sua sabedoria.
Era um admirador da vida monástica, especialmente influenciado por Basílio , desejando ser monge ele foi ordenado bispo mesmo a contragosto. Contudo, aceitou esta vocação e assumiu o ministério pastoral em total obediência. Mais tarde, foi consagrado bispo de Sásima e , no ano de 379, enviado a Constantinopla para combater a heresia ariana.
Gregório foi o primeiro a utilizar a ideia de processão [proceder de] para descrever a relação entre o Espírito Santo e a Divindade. Isso corroborou a doutrina da Trindade.
 Presidiu o Primeiro Concílio de Constantinopla (381), defendendo a Santíssima Trindade. Pastoreu um pequeno rebanho em sua cidade até que, enfrentando grande oposição, tornando insuportável a sua permanência. Retirou-se definitivamente em sua terra natal, dedicando-se ao estudo e à vida ascética. Nesse período compôs grande parte da sua obra poética, sobretudo a sua autobiografia, e a biografia de Basilio de Cesareia, seu ilustre amigo. Morre em 390 na sua terra natal.


Gregório de Nissa
Era o irmão mais novo de Basílio Magno, e destacou-se como teólogo. Ele produziu escritos teológicos e exegéticos, assim como tratados sobre moralidade cristã e uma biografia de sua irmã Macrina. Recebeu grande influência de Orígenes, embora não o tenha seguido de modo direto. 
Gregório de Nissa foi o primeiro sintetizador dos dogmas cristãos. Ele diferenciava fé e conhecimento e o conhecimento tem perante a fé uma posição secundária. A fé tem por fundamento a manifestação pela qual Deus se fez conhecer e essa manifestação não precisa ter por fundamento a lógica para sua comprovação. Essa fé é o parâmetro de comparação para estabelecermos as medidas da verdade e do saber. Cabe à ciência tornar disponível para a fé o conhecimento que irá facilitar o entendimento da própria fé. Entre esses conhecimentos que a ciência deve disponibilizar está o de tornar evidente a existência de Deus. 
Nos estudos teológicos o filósofo preocupou-se em assentar o fato de Deus ser único, pois nesse fato baseia-se a perfeição de Deus também enquanto trindade - Pai, Filho e Espírito Santo. Em sua explicação para a unicidade e a trindade divina Gregório diz que pelo nome falamos sim de três pessoas e falamos de três divindades, mas se o nome de Deus significar essência então existe a unicidade de Deus, porque em essência os três nomes são um só, pois tem a mesma natureza e a mesma substância. 
Suas obras trinitárias são: Sobre a Santa Trindade, Não três deuses: para Ablábio e Contra Eunômio, sendo a última uma tentativa de continuar a obra de Basílio. Fez o discurso inaugural do Concilio de Constantinopla. À semelhança de Gregório Nazianzeno, afirmou que a única distinção possível das pessoas da Trindade deve basear-se em suas relações internas. Ao contrário de Atanásio, que relacionou a divindade do Filho com a salvação, o método teológico dos capadócios foi fazer uso de argumentos lógicos e bíblicos.
Sua principal contribuição ao pensamento trinitário foi a refutação da acusação de triteísmo feita pelos adversários. A diferença que existe entre três indivíduos humanos (como Pedro, Tiago e João) e as três pessoas da Trindade é que, embora cada conjunto partilhe de uma natureza comum (respectivamente humana e divina), os primeiros agem de modo distinto e independente um do outro, ao passo que em Deus toda a atividade é uma só, toda operação é comum às três pessoas da Divindade.
Afirmam os historiadores que, pela sua eloquência, era lhe rendido um grande prestigio na corte imperial. Além do mais, ficou conhecido, em vida, como “o Filósofo”.  Faleceu no ado de 394 d.C., em Nyssa.


Fontes de pesquisa
www.ecclesia.com.br/biblioteca/hagiografia/s_basilio.html
afeexplicada.wordpress.com/2012/11/16/os-padres-capadocios/
teologiaeliturgialuterana.blogspot.com.br/2013/01/os-pais-capadocios.html
www.cristianismo.org.br/trindd20.htm
academico.arautos.org/2013/09/sao-basilio-magno/
www.franciscanos.org.br/?p=48211
www.quadrante.com.br/s-o-gregorio-de-nazianzo-autobiografia
www.filosofia.com.br/historia_show.php?id=41

academico.arautos.org/2013/10/sao-gregorio-de-nissa-o-maior-teologo-da-capadocia/



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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Se boas obras não salvam, por que devemos praticá-las?


Resolvi responder a alguns questionamentos que são feitos aos evangélicos hoje em dia.Perguntas no que se refere às boas obras e o seu vínculo com a salvação do ser humano. São perguntas muito frequentes e que precisam de resposta. Muitos evangélicos não sabem explicar e acabam perdidos ao tentar propor uma solução.
Humildemente apresento minhas conclusões.
Se só boas obras não salvam, o que devemos fazer?
As perguntas que ouvimos parecidas com esta são:
Quem não crê no nosso Deus e não segue a Religião que o nosso Deus revelou em sua Palavra não tem direito à salvação?

Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus;
não por obras, para que ninguém se glorie.
Efésios 2.8,9



Se boas obras e boas atitudes não salvam, de que adianta ficar sentado em um banco na igreja ouvindo um pastor, falar que Jesus veio ao mundo pregando aquelas coisa bonitas sobre paz e amor, se isso não vale nada?”
O que vale mais? Ficar  no banco da igreja e o nariz enfiado na bíblia  , "adorando" o seu Deus. Ou  fazer algo que melhore a vida de outras pessoas que tanto necessitam; algo  como lhes ensinar  uma profissão?”

Pretendo responder a estes questionamentos com um breve texto
Naturalmente , cada pessoa tem direito a acreditar no seu deus, não importando quão absurda possa parecer sua crença. Não obstante, todos os sistemas religiosos estão abertos à crítica, todos podem ser questionados de forma coerente e respeitosa. Sem agressões ou afrontas.
De acordo com o cristianismo bíblico, não concordamos com diversas práticas e atitudes do homem moderno e temos o direito  de criticar e expressar  desaprovação. Alguns extrapolam este direito e acabam ofendendo as pessoas,  quem faz tal coisa  não representa o genuíno evangelho e merece sofrer as punições cabíveis pelas agressões.
Então, o cristianismo bíblico entende que nenhuma caridade, boa ação ou mérito do ser humano é suficiente para alcançar esta dádiva que é a salvação. Entendemo que Deus não é pressionado para conceder a salvação a ninguém, já que a perdição eterna é o que todos merecem.
Se uma pessoa qualquer , digamos João, ofende José não adiantará José fazer boas coisas para Maria , a ofensa é contra João, e somente João precisará receber a satisfação de sua ofensa.
Da mesma forma, o pecado sendo contra Deus não há boas obras que alcancem diretamente a nosso Deus ofendido.  O destino do pecador é a morte eterna. Há uma justiça para cumprir e ela vai se cumprir. Não há possibilidade de satisfazer a justiça e reparar o erro com boas obras. As boas obras não apagam a enorme mancha do pecado na vida do ser humano. São milhares de oifensas diárias que cometemos contra a santidade de Deus.
A fé cristão ensina que Jesus tomou a forma humana e, sem ofender a Deus Pai de nenhuma forma, se ofereceu amorosamente para receber a punição em nosso lugar.Ele satisfez a justiça perfeita que nossos pecados mereciam. Ele só pode se colocar em nosso lugar para receber o castigo por que não havia pecado, pos isso ele era perfeito e suficiente para nos salvar.Deus executou a  justiça que era destinada a nós através de seu Filho Jesus. Deus providenciou para quem desejasse salvação obtivesse a mesma através dos méritos de Cristo e não pelos seus. Esta salvação é recebida pela fé somente .
Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus;
não por obras, para que ninguém se glorie.
Efésios 2.8,9

Mas e as Boas obras?
Tanto a prática da vida cristã que inclui oração, leitura bíblica, adoração comunitária , como a prática de boas obras , no contexto de nossa realidade social são importantes para Deus. Não há como dizer que uma coisa valha mais que a outra. Adorar a Deus é nosso dever como cristãos. Estudar a Palavra de Deus também é importante para conhecermos qual o ideal divino para nossa vida e crescermos no conhecimento e sabedoria do céus. A prática social também é importante, a Igreja verdadeira sempre foi ensinada e orientada a praticar obras de caridade e assistência social. Existem muitas denominações, que se dizem cristãs, que não se preocupam com a obra social, mas essas não são legítimas representantes do evangelho de Cristo. As denominações sérias e comprometidas com a Bíblia nunca negligenciam os mandamentos de Jesus. O principal mandamento de Jesus é amar a Deus sobre todas as coisas e o segundo semelhante a este é amar o próximo como a si mesmo.
Leiamos o que diz o versículo seguinte do texto lido .

Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus;
não por obras, para que ninguém se glorie.
Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos.
Efésios 2.8-10

Neste sentido o cristianismo bíblico ensina que o verdadeiro salvo deve se preocupar em realizar as boas obras que o Senhor desde a eternidade deixou para fazermos. Boas palavras, bons pensamentos, pureza no agir, no olhar, ajuda aos necessitados, tudo isso e mais um pouco deve ser o foco de uma vida cristão saudável. Mas essas boas práticas não são o motivo por que somos salvos , mas a consequência desta tão grande salvação.





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sábado, 20 de agosto de 2016

Líderes criativos e bíblicos


Hoje em qualquer atividade profissional e secular a criatividade é uma qualidade muito apreciada e importante. Os chefes desejam  ter um funcionário criativo, o empregado deseja  ser um  profissional criativo, um líder precisa ser criativo , um cientista deseja ser  criativo , inovador. O artista simplesmente precisa ser criativo para poder sobreviver com sua arte, o mesmo vale para o  professor , o arquiteto, o político, o escritor, etc.
Naturalmente, repetir conceitos , atitudes e pensamentos é fácil, já nascemos prontos para isso. E inventar algo diferente e inovador também não é tão complicado. No entanto percebe-se a dificuldade quando precisamos inovar com qualidade. Este é o diferencial do criativo , ele não somente inova, mas inova com qualidade, com utilidade e com propósito.
Nas Igrejas modernas a criatividade também tem se destacado como  importante qualidade para atrair fiéis. 
Com pensamento mercadológico e pragmatista , muitas igrejas tem se apropriado de conceitos empresariais para  implementar na Igreja soluções que aumentam rapidamente o número de frequentadores  e motivar os membros a serem dizimistas ou ofertantes. Neste sentido, qualquer inovação que produza estes resultados é bem vinda. Eles abrem as portas para conceitos e práticas totalmente antibíblicas , invenções que tiram  as pessoas do foco que é o verdadeiro evangelho da cruz.
Acredito que este seja o mau uso da criatividade, não é uma boa ideia ir por este caminho. São novidades na mensagem, novidades nos púlpitos, novidades nos princípios, nas doutrinas,  tudo vale  para uma geração de líderes motivacionais e materialistas que surgem nas fileiras das denominações evangélicas.
Pelo conceito prático e mundano estes grande líderes evangélicos da atualidade não são apenas inovadores, eles são nitidamente criativos e apresentam resultados impressionantes, numérica e economicamente falando. Um sucesso se tratando de criatividade.
Espiritualmente porém isso é um grande desastre. De acordo com especialistas, a Igreja é reflexo de sua liderança, se a liderança é criativa e herege toda a congregação fatalmente se tornará. É um ciclo perigoso, pois dali se erguerão outros líderes com pensamento parecido. E os absurdos se proliferam.
Por outro lado percebemos o extremo oposto. Líderes sérios e bíblicos estão evitando qualquer forma de novidade e de criatividade na sua gestão por medo de entrarem pelo mesmo caminho de imaginatividade dos falsos pregadores.
Isso também não é bom. Se ficarmos presos aos antigos modelos de gestão eclesiástica  e evangelismo do passado estaremos fadados a não sermos mais contextualmente relevantes na geração atual. Alcançaremos um número cada vez menor de pessoas até que estejamos quase sós nas reuniões e celebrações.
Sem criatividade não resolvemos os problemas que aparecem no contexto da Igreja. Não conseguimos caminhar neste mundo caído, pecaminoso e perverso sem a luz , sempre brilhante e inovadora do Espírito de Deus clareando nossos passos.
Faz-se pois necessário uma criatividade sadia , cercada pelos parâmetros da Bíblia Sagrada. A mensagem não precisa nem deve mudar. Os  nossos cultos devem ser devidamente regulados pelas Sagradas Escrituras , sem invencionices nem bizarrices. Porém fora do culto é possível inovar, criar e reinventar práticas de evangelismo. Uma Igreja viva deve ser biblicamente conservadora e  evangelisticamente inovadora.
Podemos inovar em programas de rádio. Programas de Internet.Blogs, sites, projetos sociais. O Teatro é algo que não cabe no culto a Deus, devidamente regulado pela Bíblia, mas cabe em um evento , uma ocasião especial. Mas este é apenas um exemplo. O líder criativo enxergará muito além disto. Dessa forma, o líder  que quer se tornar criativo deve fugir do “sempre foi assim, tem que ser assim", prestar atenção à rotina, às emoções da congregação  e impor desafios. “Pessoas precisam de desafios, porém, na medida certa. Se forem poucos, ficam acomodadas, se forem muitos, acabam estressadas. Do desafio emerge a grande ideia. A grande e sábia guinada que pode mudar o rumo da instituição.
Por isso entendo que o líder deve orar a Deus pedindo sabedoria e criatividade sadia. Deus pode dar e não podemos ter medo de usá-la.
A Igreja sempre soube caminhar biblicamente na história usando com sabedoria a criatividade. Ela foi guiada pelo Espírito Santo. O evangelho entrou na América, na África, no Oriente Médio e no Oriente por causa desta criatividade , inovações que mantiveram Cristo, a graça, a fé, as Escrituras e a glória de Deus no centro da mensagem, sem descaracterizá-la.
Não se pode é pender para os exageros dos pregadores motivacionais e da prosperidade, que inventam bizarrices de todos os tipos para manipular as massas. Também não se pode é abandonar a forma criativa de sermos igreja com o pretexto de  evitarmos as heresias.
As fronteiras que as Escrituras nos deixaram são claras o suficiente para evitarmos a descaracterização do Evangelho. 
E viva a Criatividade e a Bíblia.










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Sou cristão evangélico, casado com Thainá Oliveira, secretário de escola, formado em Teologia e acadêmico de filosofia. Sou membro da Igreja Presbiteriana do Brasil , na cidade de Cachoeira do Sul, RS onde resido.
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